Arquipélago de Tuamotu, a ilha dos tesouros
A pérola de Rangiroa goza de uma bela reputação: diversas fazendas cultivam esta joia do Pacífico, substituindo os pescadores que mergulhavam para buscar pérolas raras.
Oro, generoso deus celeste, ofereceu aos homens a pérola negra do Taiti. Ela é cultivada hoje em diversas ilhas do arquipélago dos Tuamoutu, do qual ela é o símbolo, e conta com cerca de 250 fazendas de pérolas, sendo a principal delas a de Rangiroa (Gauguin's Pearl). Porque o homem, impaciente e fascinado pela sua esplêndida raridade, não podia mais se contentar com os frutos do acaso, quando ele partia para a aventura, tentando encontrar tesouros escondidos.
Hoje, a perlicultura, desenvolvida no Japão, permite incitar a sorte, com muita habilidade e perseverança. A qualidade depende sobretudo da pureza da água onde são criadas as ostras. É colocada uma pequena esfera em seus aparelhos reprodutivos, em torno das quais elas irão depositar camadas de nácar. Um processo lento durante os quais os moluscos vivem enfileirados no oceano. Ao fim de alguns anos, a joia pode ser coletada e transformada em uma peça de joalheria. Se desejar saber mais e, quem sabe, levar uma dessas joias, suas visitas guiadas são organizadas na fazenda de pérolas de Rangiroa
Ferme perlière de Rangiroa (Gauguin's Pearl)
BP 191 Avatoru
98775 Rangiroa
Fone : +689 40 93 11 30